Recuso-me deitar nesses lençóis de espinhos
Que devoram-me e apodrecem meu coração
Apagam minha luz e não escutam meu não
Essas sombras mascaradas me fazem martírio
O meu coração não é capaz de dar perdão
O diabo aprecia o espetáculo com seu vinho
Nesse espelho, sexual sobre seu vermelho ninho
A minha doce gentileza é apenas tua ilusão
Submissa da minha conduta subversiva
Afogando-me no vicio da realidade contorcer
Na terra nasce o que ao inferno quer pertencer
Por aquele que protege-me, obsessiva
Por vingança, de um sentimento que ignoras
Para dentro do submundo, ele constante aflora