Esmagando a voz


Pureza morta em lençóis de sangue
Eu apago suas vidas
Aquelas que dizem tão sofridas
E tiro de dentro suas feridas
Junto a suas tripas

Em seus pesadelos irei surgir
Para seus sonhos destruir
Pesadelo, terror contínuo
Até seu ultimo suspiro

Vou lhe tirando os pedaços
Vejo alegre seu fracasso
Sentindo a dor
Pedinte por um pouco de vida
Diz-me “Deixe-me viver!Por favor!”
Mas em meu coração sua voz passa despercebida

Não espere piedade
Esmago sua vaidade
Não sou de irmandade

Agora meu jantar está servido
Você já prestou seu serviço